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quinta-feira, setembro 03, 2009
Dica do dia
Sempre, sempre, sempre guarde uma copia dos e-mails enviados e recebidos. Eles podem evitar muita dor de cabeça (isso, claro, se você tiver feito a coisa certa hehe)
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terça-feira, junho 09, 2009
Começando o dia com o pé dir... bem, deixa pra la'
Normalmente eu saio da cama as 6:00 (da manhã, viu?!), mas hoje eu acordei atrasado e levantei as 7:35 (os motivos do meu atraso são um tanto quando sórdidos, mas isso fica pra outra hora).
Mesmo atrasado resolvi seguir a minha rotina de banho, café, escovar os dentes para, dai sim, sair. Tudo bem que eu fiz isso como um maratonista, mas fiz.
Ao sair de casa vi que havia chovido, então voltei pra pegar o guarda-chuva (seguro morreu de velho). Depois de 5 minutos caminhando, abriu o sol. Faz parte!
Enquanto eu caminhava até o ponto de ônibus eu tentava lembrar se não havia nenhuma reunião ou algo importante marcado pra hoje de manhã. Num desses devaneios da minha mente eu senti uma coisa macia e um pouco escorregadia debaixo do meu pé.
Bingo!!!
Pisei num cocozão de cachorro (no meio da calçada). Depois de espontaneamente soltar um "filha da #Xt@" resolvi atravessar a rua para limpar o pé na grama do canteiro.
Continuei andando, mas com a mente dividida entre o sujeira no meu calçado e uma possível reunião e acabei esquecendo de prestar atenção numa parada de ônibus "alternativa" (é uma linha que dificilmente eu pego por ser um pouco mais demorada), mas como eu estava atrasado e o trânsito estava meio caótico, essa linha seria uma opção interessante. Quando me dei conta o ônibus havia acabado de passar.
Resolvi ir até a parada de ônibus tradicional mas, como Murphy é meu amigo, faltando uns 100 metros para chegar la' eu vi o ônibus de saída. Eu fiz sinal pro motorista, mas ele fez uma cara de quem estava levando uma cantada gay e olhou pro outro lado. Resultado: fiquei esperando mais 25 minutos até o próximo ônibus chegar.
Obviamente a historia não poderia terminar assim. Quando o ônibus chegou, ele estava lotado e eu parecia uma sardinha la' dentro. Pra dar um "sabor especial" e fechar com chave de ouro, enfrentamos um congestionamento monstruoso e ainda havia uma tiazinha bem na minha frente que exalava uma mistura de odores de quem não tomava banho ja' fazia alguns dias e de cigarro.
que fase!
Mesmo atrasado resolvi seguir a minha rotina de banho, café, escovar os dentes para, dai sim, sair. Tudo bem que eu fiz isso como um maratonista, mas fiz.
Ao sair de casa vi que havia chovido, então voltei pra pegar o guarda-chuva (seguro morreu de velho). Depois de 5 minutos caminhando, abriu o sol. Faz parte!
Enquanto eu caminhava até o ponto de ônibus eu tentava lembrar se não havia nenhuma reunião ou algo importante marcado pra hoje de manhã. Num desses devaneios da minha mente eu senti uma coisa macia e um pouco escorregadia debaixo do meu pé.
Bingo!!!
Pisei num cocozão de cachorro (no meio da calçada). Depois de espontaneamente soltar um "filha da #Xt@" resolvi atravessar a rua para limpar o pé na grama do canteiro.
Continuei andando, mas com a mente dividida entre o sujeira no meu calçado e uma possível reunião e acabei esquecendo de prestar atenção numa parada de ônibus "alternativa" (é uma linha que dificilmente eu pego por ser um pouco mais demorada), mas como eu estava atrasado e o trânsito estava meio caótico, essa linha seria uma opção interessante. Quando me dei conta o ônibus havia acabado de passar.
Resolvi ir até a parada de ônibus tradicional mas, como Murphy é meu amigo, faltando uns 100 metros para chegar la' eu vi o ônibus de saída. Eu fiz sinal pro motorista, mas ele fez uma cara de quem estava levando uma cantada gay e olhou pro outro lado. Resultado: fiquei esperando mais 25 minutos até o próximo ônibus chegar.
Obviamente a historia não poderia terminar assim. Quando o ônibus chegou, ele estava lotado e eu parecia uma sardinha la' dentro. Pra dar um "sabor especial" e fechar com chave de ouro, enfrentamos um congestionamento monstruoso e ainda havia uma tiazinha bem na minha frente que exalava uma mistura de odores de quem não tomava banho ja' fazia alguns dias e de cigarro.
que fase!
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que fase,
soh comigo mesmo
segunda-feira, junho 01, 2009
Um maratonista noturno (da série para-raios de loucos: ATIVAR!!)
Na quinta-feira dois amigos e eu marcamos de que na sexta iríamos num bar chamado "Le Ranch". Segundo o Fulano o local era muito legal, de frente para o mar e bem animado. Eltrano e eu dissemos: OK, vamos la'. O Fulano disse que ele tinha um aniversário para ir antes, mas que por volta das 23:00 h ele estaria livre.
Sexta-feria, 23:30 encontrei o Eltrano no caminho para a casa de uma amiga nossa. Quando entrei no carro o Eltrano ja' deu o prólogo da noite dizendo:
- Falei com o Fulano agora e ele ja' passou dos limites com o álcool. Hoje e não vai dar pra deixar ele dirigir.
Ligamos para o Fulano para avisar que havíamos chegado na frente do local do aniversário e ele foi para o "Le Ranch" no mesmo carro que nós.
O tal do "Le Ranch" é um lugar legalzinho, mas estava completamente vazio. Devia haver uns 5 casais, então entramos, olhamos e saímos. Decidimos ir até um outro barzinho chamado "L'Idem" no centro de Juan Les Pins. Dentro do carro o Fulano estava todo alvoroçado contando a mesma história repetidas vezes e falando alto (mais do que o de costume).
Estacionamos e sem mais nem menos o Fulado saiu correndo e parou no meio da rua trancando a passagem dos carros. Tiramos ele de la' a base de empurrões e entramos no L'Idem. Como um perfeito ilusionista o Fulado desaparecia do nosso lado e reaparecia com um copo de vinho de tempos em tempos. Saldo: empurrões nas pessoas ao redor, uma taça de vinho quebrada e muito, muito vinho derramado no chão.
Por volta das 2:00 am saímos do bar para ir pra casa e foi ali que as coisas mais bizarras da noite começaram a acontecer.
Na porta do estabelecimento, enquanto esperávamos (Fulano e eu) pelo Eltrano e a nossa amiga sairem, o Fulano veio com uma conversa muuuuiiito estranha e dizendo:
- Eu se que vc quer me beijar!
- O QUE??? TA' LOUCO??? VAI TOMAR NO ####!!!
Nesse momento o Eltrano e a nossa amiga sairam e ali começou o nosso calvário. Tentamos convencer o Fulano de ir pra casa no nosso carro, mas não teve jeito. Ele (literalmente) saiu correndo para procurar o carro dele.
O Eltrano e eu (dois bobos) fomos atrás, pq no estado que o Fulano estava não era nada prudente deixar ele dirigir. Ficamos revezando, um pouco o Eltrano e um pouco eu, tentando seguir o Fulano. Numa dessas disparadas o Fulano caiu, bateu a cabeça e esfolou as mãos. Felizmente não foi nada grave pq depois da queda ele levantou e saiu correndo/mancando mais uma vez.
O mais triste é que o Fulano não lembrava mais onde ele havia estacionado o carro. Andamos e corremos em circulo por uns 40 minutos e ele soltou outras pérolas do tipo:
- Eu sou o perigo aqui!
ou então
- Eu sou um guerreiro, vocês são todos fracos, vocês são perdedores
E assim foi com essas "frases de impacto" (haja saco!!) até a casa dele.
Nesse meio tempo eu ainda ouvi inúmeras vezes a menina dizendo:
- Eu estou cansadaaaaaaa
- Eu quero ir no banheirooooo
- Nós vamos ficar andando a noite todaaaa???
(e ela não estava bêbada)
Passaram mais alguns minutos e nada de encontrar o carro. Conseguimos então convencer o Fulano de voltar no nosso carro. O Eltrano voltou para buscar o carro dele e, em teoria, deveríamos ficar onde estávamos que ele viria nos pegar.
Porém, como era de se esperar, logo depois que o Eltrano saiu, o Fulano levantou e saiu correndo/mancando mais uma vez. Fomos atrás dele (a amiga e eu) até que por sorte ele entrou numa rua e bingo!! La' estava o carro dele.
Como ele havia derrubado as chaves logo na saída do L'Idem, eu estava com elas e voltei dirigindo. E' claro que a historia não acaba aqui. No caminho para casa o Fulano resolveu abrir o vidro e colocar a metade do corpo para fora (dando tapas no para-brisa). A minha reação foi segurar na calça jeans dele e diminuir a velocidade. Essa cena se repetiu mais 2 vezes até chegarmos.
Ja' no portão do condomínio onde o Fulano mora começou a terceira parte da novela. Ele saiu do carro e disse que não iria deixar eu entrar dirigindo e repetindo "eu sou capaz!! eu sou um guerreiro". Tentei argumentar com ele, mas sem sucesso. Quando o Eltrano chegou ele disse "deixa", então sai do carro e o Fulano colocou o código para abrir o portão e entrou dirigindo no estacionamento (com direito a aceleradas e freadas bruscas).
Durante esse tempo todo o Eltrano e eu ainda ouvimos coisas do tipo "Odeio quando querem mandar em mim!! Eu sou capaz!!" e assim por diante.
Moral da história: você tenta ajudar o indivíduo e ainda acaba passando por ruim e muita raiva.
Nota: Porque eu aturei tudo isso? Simplesmente pelo fato de que se o Fulano sofresse um acidente ou algo do gênero, eu iria ter um peso na consciência enorme por saber que eu poderia ter tentado evitar.
Nota 2: Fulano e Eltrano - "F" e "E" são as primeiras letras do nome dos meus dois amigos. Resolvi manter o nome deles em sigilo, se bem que o Fulano merecia ter o nome divulgado depois de tudo que ele fez.
Nota 3: Encontrei o Fulano na tarde de sábado com o olho roxo e mancando. Parecia que ele havia levado um soco no rosto, mas foi do tombo dele mesmo.
Sexta-feria, 23:30 encontrei o Eltrano no caminho para a casa de uma amiga nossa. Quando entrei no carro o Eltrano ja' deu o prólogo da noite dizendo:
- Falei com o Fulano agora e ele ja' passou dos limites com o álcool. Hoje e não vai dar pra deixar ele dirigir.
Ligamos para o Fulano para avisar que havíamos chegado na frente do local do aniversário e ele foi para o "Le Ranch" no mesmo carro que nós.
O tal do "Le Ranch" é um lugar legalzinho, mas estava completamente vazio. Devia haver uns 5 casais, então entramos, olhamos e saímos. Decidimos ir até um outro barzinho chamado "L'Idem" no centro de Juan Les Pins. Dentro do carro o Fulano estava todo alvoroçado contando a mesma história repetidas vezes e falando alto (mais do que o de costume).
Estacionamos e sem mais nem menos o Fulado saiu correndo e parou no meio da rua trancando a passagem dos carros. Tiramos ele de la' a base de empurrões e entramos no L'Idem. Como um perfeito ilusionista o Fulado desaparecia do nosso lado e reaparecia com um copo de vinho de tempos em tempos. Saldo: empurrões nas pessoas ao redor, uma taça de vinho quebrada e muito, muito vinho derramado no chão.
Por volta das 2:00 am saímos do bar para ir pra casa e foi ali que as coisas mais bizarras da noite começaram a acontecer.
Na porta do estabelecimento, enquanto esperávamos (Fulano e eu) pelo Eltrano e a nossa amiga sairem, o Fulano veio com uma conversa muuuuiiito estranha e dizendo:
- Eu se que vc quer me beijar!
- O QUE??? TA' LOUCO??? VAI TOMAR NO ####!!!
Nesse momento o Eltrano e a nossa amiga sairam e ali começou o nosso calvário. Tentamos convencer o Fulano de ir pra casa no nosso carro, mas não teve jeito. Ele (literalmente) saiu correndo para procurar o carro dele.
O Eltrano e eu (dois bobos) fomos atrás, pq no estado que o Fulano estava não era nada prudente deixar ele dirigir. Ficamos revezando, um pouco o Eltrano e um pouco eu, tentando seguir o Fulano. Numa dessas disparadas o Fulano caiu, bateu a cabeça e esfolou as mãos. Felizmente não foi nada grave pq depois da queda ele levantou e saiu correndo/mancando mais uma vez.
O mais triste é que o Fulano não lembrava mais onde ele havia estacionado o carro. Andamos e corremos em circulo por uns 40 minutos e ele soltou outras pérolas do tipo:
- Eu sou o perigo aqui!
ou então
- Eu sou um guerreiro, vocês são todos fracos, vocês são perdedores
E assim foi com essas "frases de impacto" (haja saco!!) até a casa dele.
Nesse meio tempo eu ainda ouvi inúmeras vezes a menina dizendo:
- Eu estou cansadaaaaaaa
- Eu quero ir no banheirooooo
- Nós vamos ficar andando a noite todaaaa???
(e ela não estava bêbada)
Passaram mais alguns minutos e nada de encontrar o carro. Conseguimos então convencer o Fulano de voltar no nosso carro. O Eltrano voltou para buscar o carro dele e, em teoria, deveríamos ficar onde estávamos que ele viria nos pegar.
Porém, como era de se esperar, logo depois que o Eltrano saiu, o Fulano levantou e saiu correndo/mancando mais uma vez. Fomos atrás dele (a amiga e eu) até que por sorte ele entrou numa rua e bingo!! La' estava o carro dele.
Como ele havia derrubado as chaves logo na saída do L'Idem, eu estava com elas e voltei dirigindo. E' claro que a historia não acaba aqui. No caminho para casa o Fulano resolveu abrir o vidro e colocar a metade do corpo para fora (dando tapas no para-brisa). A minha reação foi segurar na calça jeans dele e diminuir a velocidade. Essa cena se repetiu mais 2 vezes até chegarmos.
Ja' no portão do condomínio onde o Fulano mora começou a terceira parte da novela. Ele saiu do carro e disse que não iria deixar eu entrar dirigindo e repetindo "eu sou capaz!! eu sou um guerreiro". Tentei argumentar com ele, mas sem sucesso. Quando o Eltrano chegou ele disse "deixa", então sai do carro e o Fulano colocou o código para abrir o portão e entrou dirigindo no estacionamento (com direito a aceleradas e freadas bruscas).
Durante esse tempo todo o Eltrano e eu ainda ouvimos coisas do tipo "Odeio quando querem mandar em mim!! Eu sou capaz!!" e assim por diante.
Moral da história: você tenta ajudar o indivíduo e ainda acaba passando por ruim e muita raiva.
Nota: Porque eu aturei tudo isso? Simplesmente pelo fato de que se o Fulano sofresse um acidente ou algo do gênero, eu iria ter um peso na consciência enorme por saber que eu poderia ter tentado evitar.
Nota 2: Fulano e Eltrano - "F" e "E" são as primeiras letras do nome dos meus dois amigos. Resolvi manter o nome deles em sigilo, se bem que o Fulano merecia ter o nome divulgado depois de tudo que ele fez.
Nota 3: Encontrei o Fulano na tarde de sábado com o olho roxo e mancando. Parecia que ele havia levado um soco no rosto, mas foi do tombo dele mesmo.
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bêbado,
estresse,
inferno,
não obrigado,
soh comigo mesmo
terça-feira, março 10, 2009
A saga de uma passagem
Quando eu comprei a minha passagem pra França eu marquei a volta ao Brasil para o dia 11/03/2009.
Então alguém pergunta: Porque essa data?
A resposta é simples: o sistema não permitia (na época da compra) marcar depois dessa data. A solução seria então remarcar a passagem. E foi assim que tudo começou...
Segunda-feira da semana passada falei com o pessoal da agência de viagens (no Brasil) que vendeu as passagens. Eu queria saber o preço e a forma de transferir a data da viagem. A resposta foi:
U$ 120.00 + a diferença de tarifa (parece que o preço do combustível para avião subiu e a passagem também)
Decidi então que seria melhor ligar diretamente na Swiss Airlines e ver isso diretamente com eles, numa dessas eu poderia negociar. Dito e feito, o preço mudou para U$ 100.00 + a diferença de tarifa. Porém eu não consegui terminar a transação pq meus créditos do celular acabaram. A ligação custava 0.25 centavos por minuto e eu fiquei quase 20 minutos aguardando o atendente "verificar o status da minha passagem". Obviamente que eu fiquei "putificado" da vida por gastar um monte e ainda terminar sem nada nas mãos (famoso barato que sai caro).
Resolvi então ir ao aeroporto (1 h de ônibus) pra fazer isso diretamente no balcão de vendas. Chegando lah eu expliquei a situação e a senhora que me atendeu disse que a passagem não era transferível, ou seja, viaja ou perde. Conversa daqui, verifica dali e finalmente ela viu que a passagem era sim transferível. Passaram alguns minutos e quase tudo pronto, menos o trecho São Paulo - Florianópolis. Segundo ela, eu deveria falar diretamente com a TAM que é empresa responsável pelo meu vôo doméstico. Custo total U$ 75.00!! (pelo menos isso).
Voltei pra casa (1 h de ônibus) e liguei pra agência de viagens, contei toda a historia e depois de uns 15 minutos pelo skype veio a bomba. "A agência da Swiss cometeu um erro, eles fizeram desaparecer o seu trecho São Paulo - Florianópolis". A única solução era voltar ao aeroporto pra verificar o que havia acontecido.
Então lah fui eu novamente (outra 1 h de ônibus), contei toda a historia para outra senhora e a resposta foi: "realmente, a minha colega cometeu um engano". Jah dah pra imaginar a minha cara na hora que ela falou isso...
Bom... tirando o estresse de quase perder o trecho São Paulo - Florianópolis, as horas no ônibus e mais de meio dia perdido pra resolver um coisa "rapidinha", no final tudo deu certo.
P.S. porque sera que 90% das vezes que eu estou no ônibus tem um abençoado que esta fedendo cigarro perto de mim? --> claro... isso soh acontece nas viagens mais longas.
P.P.S. sim, Murphy existe!
Então alguém pergunta: Porque essa data?
A resposta é simples: o sistema não permitia (na época da compra) marcar depois dessa data. A solução seria então remarcar a passagem. E foi assim que tudo começou...
Segunda-feira da semana passada falei com o pessoal da agência de viagens (no Brasil) que vendeu as passagens. Eu queria saber o preço e a forma de transferir a data da viagem. A resposta foi:
U$ 120.00 + a diferença de tarifa (parece que o preço do combustível para avião subiu e a passagem também)
Decidi então que seria melhor ligar diretamente na Swiss Airlines e ver isso diretamente com eles, numa dessas eu poderia negociar. Dito e feito, o preço mudou para U$ 100.00 + a diferença de tarifa. Porém eu não consegui terminar a transação pq meus créditos do celular acabaram. A ligação custava 0.25 centavos por minuto e eu fiquei quase 20 minutos aguardando o atendente "verificar o status da minha passagem". Obviamente que eu fiquei "putificado" da vida por gastar um monte e ainda terminar sem nada nas mãos (famoso barato que sai caro).
Resolvi então ir ao aeroporto (1 h de ônibus) pra fazer isso diretamente no balcão de vendas. Chegando lah eu expliquei a situação e a senhora que me atendeu disse que a passagem não era transferível, ou seja, viaja ou perde. Conversa daqui, verifica dali e finalmente ela viu que a passagem era sim transferível. Passaram alguns minutos e quase tudo pronto, menos o trecho São Paulo - Florianópolis. Segundo ela, eu deveria falar diretamente com a TAM que é empresa responsável pelo meu vôo doméstico. Custo total U$ 75.00!! (pelo menos isso).
Voltei pra casa (1 h de ônibus) e liguei pra agência de viagens, contei toda a historia e depois de uns 15 minutos pelo skype veio a bomba. "A agência da Swiss cometeu um erro, eles fizeram desaparecer o seu trecho São Paulo - Florianópolis". A única solução era voltar ao aeroporto pra verificar o que havia acontecido.
Então lah fui eu novamente (outra 1 h de ônibus), contei toda a historia para outra senhora e a resposta foi: "realmente, a minha colega cometeu um engano". Jah dah pra imaginar a minha cara na hora que ela falou isso...
Bom... tirando o estresse de quase perder o trecho São Paulo - Florianópolis, as horas no ônibus e mais de meio dia perdido pra resolver um coisa "rapidinha", no final tudo deu certo.
P.S. porque sera que 90% das vezes que eu estou no ônibus tem um abençoado que esta fedendo cigarro perto de mim? --> claro... isso soh acontece nas viagens mais longas.
P.P.S. sim, Murphy existe!
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