segunda-feira, setembro 03, 2018

O Cipreste Solitário e o fogo no Museu Nacional


A foto abaixo é do Cipreste Solitário (Lone Cypress) nos arredores de Monterey, CA nos EUA. Esta árvore é considerada uma das árvores mais fotografadas da América do Norte. A sua idade é estimada em aproximadamente 250 anos.



A foto abaixo é do Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, no Rio de Janeiro. Esta instituição científica é a mais antiga do Brasil e, até meados de 2018, figurou como um dos maiores museus de história natural e de antropologia das Américas com cerca de 20 milhões de itens no seu acervo. O local também foi residência da Família Real Portuguesa e da Família Imperial Brasileira.


Há 65 anos o Cipreste Solitário é suportado por um conjunto de cabos que evitam que a árvore sofra com os ventos fortes e as tempestades na costa do Oceano Pacífico.

Há anos o Museu Nacional aguardava a liberação de verbas para restauração e manutenção do espaço.

Hoje o Cipreste Solitário está lá, imponente e conservado. 

Do Museu Nacional, quase nada se salvou. Nenhum dos grandes partidos pode se isentar desta tragédia, uma vez que PSDB, PT e (P)MDB governaram o país e nada de efetivo foi feito para evitar a tragédia.

Esta é mais uma evidência de como não sabemos dar valor e cuidar das coisas que são importantes para o país.

Que fase!

quinta-feira, novembro 15, 2012

Pena preta, dedo podre, zica! Sai de mim!!

Em alguns momentos eu acho que numa vida passada eu usei lascas da cruz de Cristo para palitar os dentes e limpei os pés no Santo Sudário, ou fiz coisa pior, sei lá. O que você vai ler aqui é um retrato dos fatos que ocorreram comigo entre os dias 10 e 15 de novembro de 2012.

Sábado – 10/11: O dia estava quente e seco. O sol brilhava e era agradável, mesmo assim eu passei o dia todo em casa descansando para a corrida da noite, Fila Night Run. A largada era as 20:30 e, conhecendo o trânsito de São Paulo, eu saí cedo, às 18:00. Como era previsto tinha trânsito na Marginal Tietê e estava maior muvuca para poder estacionar perto do Anhembi. Consegui entrar no estacionamento somente às 19:30 e ao sair do carro eu vi algumas nuvens escuras, mesmo assim fui para a área de largada pensando em alongar. Faltando 40 minutos para a largada senti alguns pingos de chuva e logo em seguida, sem muito anúncio o mundo caiu em forma de água, foi muita, muita chuva! Dez minutos antes da largada chovia ainda mais e os raios deram o ar da graça, mesmo assim foi dada a largada e corremos. Já no segundo quilômetro os corredores começaram a afunilar e eu entendi o que acontecia, a rua estava alagada. Foram seis pontos de alagamento nos 10 km da corrida.

Domingo – 11/11: Outro dia ensolarado, mas dessa vez eu fui precavido, embora não haja muita coisa a fazer quando se compete com São Pedro. No show de abertura da Lady Gaga (sim eu fui...) choveu forte. Os pingos eram tão grossos que as vezes dava impressão de que eles iriam furar a capa. Felizmente foram apenas 30 minutos de chuva e foi possível aproveitar o restante do show.

Segunda-feira – 12/11: Acordei cedo para ir para a academia, chovia fraco e resolvi ir de carro. Quando liguei os faróis percebi que a lâmpada do farol direito estava queimada. Na hora de sair da academia chovia forte (todos os paulistas presenciaram isso) e ao chegar em casa, para minha surpresa, descobri que o prédio todo estava sem luz. Tive que tomar banho gelado mesmo, eu tinha uma reunião as 08:00 am. Corri para o escritório e cheguei com as pernas todas molhadas porque a chuva não dava trégua, mas só depois de chegar lá fui descobrir que a reunião tinha sido desmarcada.

Terça-feira – 13/11: Eu já havia agendado a revisão do meu carro com antecedência. Logo cedo fui para a agência da Peugeot e deixei o carro. Aproximadamente às 16 horas recebi uma ligação dizendo que o carro estava quase pronto e que eu poderia busca-lo às 17 horas. Dez minutos mais tarde uma nova ligação que começou mais ou menos assim:

“- Senhor Leandro” (lá vem bomba) “lamento informa-lo, mas ao retirar o carro do elevador o nosso mecânico passou em cima de uma peça e rasgou um pneu dianteiro do seu carro, mas fique tranquilo que vamos encontrar uma solução.”

A “solução” encontrada foi colocar o estepe para rodar e eles emprestaram um novo estepe até que eles encontrem um pneu com a especificação e desenho iguais ao que eles conseguiram estragar. A dúvida que ainda está no ar é se é possível andar com um pneu novo e outro que já rodou 16.000 km (pneus da frente). A Peugeot diz que não há problema, mas essa história ainda não acabou...

Quarta-feira – 14/11: Consegui adiantar algumas coisas no escritório e sai um pouco depois das 16h. Passei em casa, peguei a mala e fui para rodoviária. Cheguei a tempo e tudo correu bem. O ônibus saiu no horário (19:35) e, por incrível que pareça, a Serra do Cafezal não estava congestionada. Por outro lado, basta o meu cérebro processar a palavra “viagem” que o meu para-raio-de-louco liga. Já no Taboão da Serra uma senhora entrou no ônibus e encontrou a comadre na fileira ao lado da minha poltrona. A tal comadre não tinha volume na voz e de 30 em 30 segundos repetia “Verdade Neusa?!?!” ou “Nossa Neusa?!”, e a conversa se estendeu até as 22 horas quando a tal da Neusa foi para a poltrona dela no final do ônibus. Aproximadamente as 23:30 chegamos em Registro para jantar (20 minutos). Passei no banheiro, peguei uma pizza e comi rápido. Fui para a fila para pagar ainda com a latinha de Coca-Cola na mão. A fila estava gigante, mas até que andou rápido. Logo após pagar fui para o ônibus, mas adivinha... ele não estava lá. Encontrei um motorista da Reunidas e perguntei para ele, já temendo saber a resposta:

“- Você viu o ônibus 27222?”

“- Sim, já saiu.”

Saiu como?? Não foi anunciado no microfone!?! Eles não conferem o número de passageiros?

Aparentemente alguém da Reunidas pegou uma carona com o ônibus e o motorista ao invés de contar o número de passageiros +1 (o carona), viu que o número total batia e resolveu continuar viagem... e eu fiquei.

Encontrei o responsável dos ônibus da Reunidas em Registro e felizmente havia um lugar em outro ônibus que ia para Erechim. Fui de carona com esse ônibus até Curitiba e lá foi possível embarcar novamente no ônibus certo. O detalhe é que ninguém da Reunidas sequer veio dizer uma palavra sobre o ocorrido.

No trecho de Registro até Curitiba não consegui sequer cochilar, mas em Curitiba, já no ônibus correto eu pude descansar um pouco. Eu até que dormia bem quando o ônibus fez outra parada para lanche em Matinhos e a tal senhora gritou (sim, gritou) para a comadre que estava sentada no final do ônibus: “Neusa!!! Você vai descer?” (oooo mulher desgraçada!).


Tudo isso ainda foi potencializado por uma grande carga de trabalho (executar as tarefas de cinco dias em três por causa do feriado) e alguns outros fatores externos. Na boa... se isso for o prelúdio do meu inferno astral, eu não quero nem ver o que me aguarda.

quinta-feira, novembro 08, 2012

Quando "ele" não comparece...


Alguns homens com certeza já passaram por isso e devem saber bem do que eu estou falando, como é difícil! Para as mulheres a coisa é bem mais tranquila e, nas poucas vezes que isso acontece com elas, é bem menos complicado, mas para os homens é evidente. Talvez seja essa cultura do "ser dominante" (que não consegue nem dominar o próprio corpo) que nos deixa tão abalados nessas situações.

Confesso que na hora eu fiquei frustrado, disse para mim mesmo, ainda cabisbaixo, "isso nunca aconteceu comigo!". Cheguei até sentir uma certa dose de vergonha. Alguém poderia dizer que qualquer um está sujeito a isso, mas só quem sente na pele (literalmente falando) sabe o que significa.

O lado bom da história é que existe uma luz no fim do túnel. Encontrei um profissional no assunto e estou fazendo tratamento. Segundo ele, o tratamento é eficiente e em breve o meu joelho estará bom novamente para que eu possa voltar a correr.

sábado, outubro 06, 2012

E assim eu comecei a correr... (parte II)


Confesso que eu nunca gostei muito de correr, mas isso não tem nada haver com com morder a língua ;-) 

...mas depois que eu comecei a treinar direitinho, mudei de opinião e peguei gosto pela coisa.

O mais interessante é que a história de correr não tem relação alguma com exercícios físicos, mas sim com objetivos de vida. A corrida então, nada mais é do que um exercício para o meu cérebro. Explico:

Correr exige disciplina, persistência ou, como alguns gostam, resiliência. Sim! Resiliência é a palavra.

Ao correr eu preciso superar desafios, como acordar cedo para os treinos, abrir mão de um certo conforto, fazer escolhas, entre outras coisas que eu prefiro guardar pra mim.

A corrida é apenas um meio para um fim.

Como foi citado em um vídeo por ai no YouTube:

"You can do anything you want to, as long as you make up your mind to do it."

domingo, setembro 23, 2012

E assim eu comecei a correr...


A vida é engraçada... algumas coisas acontecem e você simplesmente não percebe o significado na hora e, como dizem uns conhecidos meus, “as fichas não caem”.

Depois de ver o vídeo abaixo algumas das fichas finalmente caíram pra mim e eu decidi começar a correr.


Eu estava com um condicionamento físico ruim (do ditado “se eu atravessar a rua correndo eu infarto”, dada a falta de exercícios e estagnação do meu ser), fui conversar com o meu ex-chefe, um praticante do Iron Man, e agora praticamente mentor esportivo.

Com ele é tudo “faca na caveira”, então para ver se a coisa era séria ou não, ele deu um treino for dummies só pra ver onde essa brincadeira iria parar. O treino consistia em: 4 baterias de 10 minutos, sendo que os 10 minutos são divididos em 8 minutos de caminhada e 2 minutos de corrida.

Confesso que o primeiro treino foi o cão! Dores nas pernas e coceiras insuportáveis. Sim! As coxas coçavam ao ponto de dar vontade de arrancar a pele. Claro que eu fiquei curioso e fui atrás da resposta ;-)

Comecei a correr no dia 21/06 (uma quinta-feira) às 06:00 am e os treinos foram evoluindo. Cada semana eu reduzia um minuto de caminhada e aumentava um minuto de corrida.


No dia 01/07/12 eu fiz a minha primeira prova:

  • Circuito Adidas – Inverno, 5km em um tempo de 0:30:14 (pace: 0:06:30 min/km)




Continua...

segunda-feira, julho 30, 2012

Realista, não pessimista

Existem poucas coisas na vida que são certeza. Uma delas é que todos vamos morrer um dia, a outra é que as pessoas sempre vão te decepcionar de uma forma ou de outra. Para a primeira eu não tenho a solução (ainda), já com relação a segunda, talvez a formula seja se basear nos seus valores e compreender que as pessoas podem não ter estes mesmos valores.

quarta-feira, junho 13, 2012

Carta aberta à companhia aérea TAM


São Paulo, 13 de junho de 2012.

Carta aberta à companhia aérea TAM

Prezados, venho por meio desta, relatar o ocorrido e fazer uma reclamação referente ao atendimento prestado pela companhia aérea TAM em decorrência do fechamento do Aeroporto de Congonhas na noite de 12 de junho de 2012.

Conforme previsto, no dia 12 de junho de 2012, eu estava no horário marcado pela companhia aérea aguardando o embarque do vôo JJ 3034 (de Joinville – SC para Congonhas – SP). Por volta das 19 horas foi comunicado por um funcionário da TAM que o Aeroporto de Congonhas estava fechado.

Incrivelmente, essa foi a única notícia oficial que recebemos da TAM durante as próximas 4 (quatro) horas. Ficamos sabendo que o aeroporto estava fechado devido às condições climáticas por meio de mensagens de texto e notícias na Internet. Passado das 21 horas as pessoas que tinham algum tipo de conexão foram chamadas para conversar e deixaram a sala de embarque. O que aconteceu com eles? Sinceramente não sei dizer.

Os demais passageiros ficaram mais uma vez sem qualquer pronunciamento da TAM. Às 22 horas eu fui conversar com o único funcionário que estava na sala de embarque e eu o questionei sobre informações a respeito do voo e alimentação. Fui informado que não havia previsão sobre uma possível saída de Joinville e que, como o problema era climático, a TAM não tinha nenhuma obrigação legal de prover alimentação aos passageiros. Convenhamos que a TAM, uma empresa que prega um atendimento de qualidade, sequer oferecer um copo d’água aos passageiros é no mínimo intrigante.

Quando voltei a questionar o funcionário sobre a alimentação, a nova desculpa foi que o restaurante do aeroporto já estava fechado e que nada poderia ser feito. Vale ressaltar que dentre os passageiros estavam crianças e idosos.

Aproximadamente às 23 horas embarcamos no avião com a promessa de que voaríamos até Guarulhos e não mais para Congonhas (destino original). Pela primeira vez na noite tivemos uma notícia oficial da TAM sobre o que estava acontecendo e também pela primeira vez nos foi oferecido algo: uma bala de caramelo!

Ficamos mais 45 (quarenta e cinco) minutos dentro do avião aguardando autorização para decolar. Passado esse tempo, o piloto nos informou que a torre não havia liberado a decolagem porque o pátio do Aeroporto de Guarulhos estava lotado. Desembarcamos, retiramos a bagagem e nos dirigimos ao balcão de check-in da TAM.

Mais uma longa espera e começamos a ser atendidos. Um fato, no mínimo curioso, foi quando um passageiro, um senhor de idade avançada, questionou um membro da equipe de terra sobre a alimentação e esse “profissional” respondeu (pasmem!): “- Aqui não é restaurante!”.

Nesse meio tempo as pessoas residentes em Joinville ou imediações retornaram às suas casas e os demais passageiros aguardavam a boa vontade da equipe TAM. Aparentemente os casos foram negociados individualmente, mas a maioria foi direcionada para um hotel em Balneário Camburiú para pernoite (eu inclusive).

Segundo as instruções, dormiríamos em Balneário Camburiú e no dia seguinte seguiríamos para Florianópolis para pegar um voo para Guarulhos (e não Congonhas, o destino original). Entendo que os hotéis em Joinville estavam todos lotados, porém eu não entendo porque iríamos dormir em Balneário Camburiú se estavam nos direcionando para Florianópolis. Não seria mais fácil e prático ir diretamente para Florianópolis? Talvez exista uma explicação plausível, porém mais uma vez a TAM nos deixou a margem da ignorância.

Feita a entrega dos vouchers para alimentação (finalmente, mas somente válido para usar em Balneário Camburiú) e do hotel, fomos direcionados (pela equipe TAM) para o ônibus que se encontrava em frente ao Aeroporto de Joinville. Para nossa surpresa (e não para nossa alegria), fomos informados pelo motorista que aquele ônibus não era da TAM, mas sim da TRIP*.

Voltamos a questionar a equipe da TAM sobre o ônibus e fomos informados que “ele deveria estar chegando” (palavras da funcionária TAM). Para resumir um pouco a história, saímos do Aeroporto de Joinville por volta das 00:45 h no ônibus fretado pela TAM e chegamos em Balneário Camburiú por volta das 02:40.

Às 07:00, pouco mais de quatro horas após a chegada em Balneário Camburiú e pouco descanso, embarcávamos novamente no ônibus para ir até Florianópolis. Já no aeroporto Hercílio Luz, eu fui ao balcão de check-in da TAM para tentar transferir a passagem que estava marcada para Guarulhos por um voo para Congonhas. Felizmente eu e mais três pessoas conseguimos trocar o voo, porém outro passageiro não pode fazer o mesmo. Segundo o atendente (de forma pouco polida), o voo estava lotado. Imaginem, meus caros, a minha surpresa quando eu constatei (após a decolagem) que a poltrona atrás de mim e outras duas logo à frente estavam vazias. Questiono o que realmente aconteceu: foi má vontade? Falta de informação? Ou simplesmente descaso? Sinceramente não sei dizer os motivos que levaram o funcionário da empresa TAM agir dessa maneira.

Após 18 horas de muito desgaste, finalmente cheguei ao meu destino final.

Prezados dirigentes da TAM, entendo que adversidades climáticas ocorrem e que devemos nos adequar a essas situações da melhor maneira possível mas, sinceramente, se esse for o “jeito TAM de voar”, está na hora de rever esse jeito. A falta de informações e, em algumas situações, falta de respeito são inadmissíveis para uma empresa desse porte.  A TAM infelizmente não tem preços low-cost, mas no caso supracitado operou, prestou seus serviços e tratou os seus clientes de forma muito inferior a uma empresa low-cost.

Cordialmente,

Leandro Loss.

*Enquanto a empresa TAM, com uma equipe de 8 (oito) pessoas e apenas o nosso voo para “tomar conta”, não nos dava qualquer satisfação ou direcionamento, apenas 2 (dois) funcionários da TRIP receberam 5 (cinco) os voos da TRIP que eram desviados do Aeroporto de Curitiba (que também estava fechado) e encaminhavam prontamente os seus passageiros.

quarta-feira, março 28, 2012

Da série: Frases para refletir

Sentei num banco na esperança de ver você você passar.
Você não passou e eu fui embora.

domingo, fevereiro 26, 2012

Frases que marcam as nossas vidas (IV)

Hoje eu estava sentado num banquinho esperando uma amiga para fazer um passeio no centro da metrópole de concreto quando, ao meu lado, uma menina falou para um rapaz (ambos japa):

"Nossa!!! O seu cabelo ficou muito mais natural da cor preta do que da cor azul"

sábado, janeiro 07, 2012

Frases que marcam as nossas vidas (III)

Era madrugada quando voltávamos para casa e ao passar por uma lombada eletrônica ela disse:

- Ué?! não marcou nada...

(eu)
- Sim marcou, passamos a 24 Km/h

(ela)
- Ahhh eu estava olhando para o outro lado.

(ela estava olhando para o marcador da lombada eletrônica no lado contrário da rua)

quinta-feira, janeiro 05, 2012

Frases que marcam as nossas vidas (II)

No caminho eu disse:

- Eu vou passar pela minha rua e você pode ver onde eu moro. Olha, é naquela garagem ali...

Com espanto ela falou:
- Você mora numa garagem?

Frases que marcam as nossas vidas (I)

Numa conversa entre amigos lá pela 01:00 h da manhã eu disse:

- Mas se você quer ficar acordado mesmo durante o expediente de trabalho depois de uma noite na balada, melhor do que Red Bull no café da manhã é Red Bull quente.

Então ela olhou pra mim com uma carinha de dúvida e disse:

- Mas como você esquenta o Red Bull? No microondas?

quarta-feira, novembro 30, 2011

Statement

I'm the master of my mind
No rock is big enough in my path that I cannot pass
My soul is strong
And my heart is kind for the ones who deserve it

domingo, novembro 27, 2011

Veni, vidi, vici!

Naquela noite ele achou que a magia tinha acabado, que o sentimento estava extinto e que nada daquilo tinha mais sentido. O dia seguinte foi conturbado, cheio de percalços e tropeços. A impressão da noite anterior estava confirmada, algo havia mudado. Seria a próxima noite tão conturbada quanto a anterior? Ele achou que se ficasse um pouco entorpecido pela bebida as coisas melhorariam. Ledo engano!

Mas ele não bebeu, apenas colocou os seus pensamentos em dia. Quando ele voltou a prestar atenção nos pequenos detalhes, percebeu que tudo fora um pequeno desvio. Aquela era mais uma pequena barreira que a vida nos traz para podermos crescer, apenas um ajuste necessário no caminho e que a chama ainda estava lá, acesa!

Ad victoriam!

sábado, novembro 26, 2011

... e assim começamos o dia com os dois pés esquerdos:

1 - Acordar as 06:30 sem despertador (isso porque cheguei em casa depois das 03:00 am);
2 - Tentar usar o cartão de débito e não conseguir;
3 - Descobrir que o cartão de débito foi bloqueado sem eu ter requisitado;
4 - Queimar o dedo no fogão;

(hora atual: 11:13)

update da tarde:

5 - Lavar o carro de manhã e choveu a tarde;
6 - Encontrar o livro que eu quero comprar e descobrir que ele está 20% mais caro;

(hora atual: 17:29)


Só para inspirar um pouco:

When your chips are down
When your highs are low
Joyride
Move across the night
Like a separate wind

http://www.youtube.com/watch?v=2bUKCcunddY

Eu acredito em uma chance

Eu acredito que tudo na vida merece uma chance, ao menos uma tentativa. Meus amigos já me ouviram falar muito isso: “... por padrão o ‘não’ já é seu”. Se eu nada fizer o ‘não’ irá continuar comigo. Então eu arrisco e, no pior dos casos, eu irei confirmar esse ‘não’.

Para mim não existe nada mais frustrante do que colocar a cabeça no travesseiro ao final do dia e pensar “como teria sido se eu tivesse feito, falado ou agido assim ou assado”. Dando uma chance (pra mim mesmo) eu sei que eu tentei, testei e colhi algum resultado, tive algum aprendizado (mesmo tendo ficado no status quo) porque eu agi.

O fato é que a vida é muito curta para perdermos tempo com coisas do tipo “como teria sido se...” então, permita-se ao menos uma chance, o 'não' já é seu de qualquer forma!

sábado, novembro 19, 2011

...e quem diz que séries de TV não trazem coisas boas?

“When you meet the right person, you’d know it. You can’t stop thinking about them. They’re your bestfriend, and your soulmate. You can’t wait to spend your whole life with them. No one and nothing else can’t compare.

Nora’s Dad (How I Met Your Mother 7)

sexta-feira, novembro 18, 2011

Até onde vale a pena?

No começo eu fiquei inseguro, mas fui em frente. O primeiro contato foi um tanto quanto difícil, você fez surgir algumas lágrimas mas mesmo assim eu persisti. Nos dias que se passaram havia um desconforto estranho (ainda há!), um tanto quanto incômodo, mas mesmo assim eu continuo tentando. Durante as noites eu lembro de você, confesso que a insônia as vezes não colabora muito. Felizmente as poucas horas de sono têm trazido algum alívio. O início das manhãs sempre é mais duro, encarar você muitas vezes não é fácil! Hoje você fez mais lágrimas caírem, mas não vou desistir de você, pois contigo sou mais leve, mais livre, mais independente e vejo melhor. Não vou desistir de você, minha querida lente de contato.

segunda-feira, novembro 14, 2011

Para-raios de loucos: ATIVAR!! Especial de 11/11/11

O trem:
Na sexta-feira sai cedo do escritório, eram apenas 16h e a estação já estava lotada. Quando eu entrei no trem já não havia mais lugar para outras pessoas e eu tive aquela sensação “agradável” de estar numa lata vencida de sardinhas. Obviamente nas quatro estações subsequentes a lei da física que diz que dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo foi quebrada.

O Metrô:
Passado o sufoco do trem foi a vez do metrô. Este estava menos cheio, mas eu não sei o quanto isso é melhor, uma vez que na minha frente parou um rapaz franzino, vestindo um terno 2 números maiores que ele, olhar perdido e fones de ouvido. De tempos em tempos este rapaz cantava frases de alguma música Evangélica que dizia algo do gênero: “pegue a minha mão e me leve”... a música por si só não era o problema... o problema era ter aquela criatura a 30 cm do meu rosto, de olhos fechados, famoso “bafo de onça” e cantando isso.

O Terminal Rodoviário Tietê:
Quem já passou pelo Terminal Rodoviário Tietê em véspera de feriado sabe a loucura que é aquilo. Vaguei por algum tempo procurando onde sentar. Eu encontrei pelo menos três lugares diferentes, mas antes de eu alcançar o banco sempre aparecia um abençoado e tomava o lugar. Na última tentativa ainda fui sabotado por uma velhinha de bengala.

O Ônibus:
A viagem em si não teve nada de relevante. Foi basicamente a mesma coisa das outras: criança que chora e senhoras que acham que estão na feira falando alto e sem parar. O destaque foi para o tempo na estrada (medida por horas/bunda-banco): 17 horas! Enfim, tudo em prol da família. Se fosse necessário eu ficaria 34 horas e enfrentaria tudo novamente.

domingo, novembro 13, 2011

Fatos de uma noite de primavera!

...nós estávamos lá, sentados, sem assunto, olhando ao acaso e distantes de nós mesmos. Alguns segundos mais tarde, quase que num passe de mágica, nossas mãos estavam juntas, nossos corpos frente a frente, abraçados, tão perto ao ponto de poder sentir a respiração um do outro. Foi um olhar, um sorriso e um momento de intimidade singular. Começamos um pouco lentos, pode-se até dizer sem ritmo, mas foi apenas uma fração de segundos até encontrarmos a sintonia. Quando nos demos conta éramos corpo e espírito unidos, almas gêmeas de um lado ao outro. Ao acaso os olhos se encontravam, nossos corpos indo e vindo num ritmo constante e ao final estávamos cansados, suados e exaustos... foi quando ela voltou olhar para mim sorrindo e disse: “foi muito bom dançar contigo!”