Essa semana promete!
Hoje, segunda-feira 12/10/2009
1 - Acordei atrasado;
2 - Depois de caminhar uns 10 minutos em direção ao ponto de ônibus eu lembrei que eu havida esquecido do meu cracha', que além de permitir eu entrar na empresa ainda é usado para almoçar no restaurante. Resultado: tive que voltar pra casa pra busca'-lo;
3 - Perdi o ônibus;
4 - Peguei o ônibus seguinte uns 30 minutos depois (totalmente lotado)
5 - Cheguei atrasado no serviço (essa nem precisava dizer)
6 - O meu monitor esta' rosa!!
7 - Liguei para o suporte técnico e eles disseram que vão mandar um técnico pra ver o monitor entre 3 e 5 dias uteis (eita). So' espero não precisar usar nada que envolva cores nesses dias.
... e ainda são 10:45 am.
update: hoje é feriado, mas so' no Brasil!
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segunda-feira, outubro 12, 2009
sexta-feira, agosto 28, 2009
Darth Vader cover no telefone

Ontem eu falei com o uma versão cover do Darth Vader. Foi numa reunião por telefone. Havia umas 15 pessoas (que eu contei) de 3 países, so' não consegui identificar qual deles fazia o papel do Darth Vader.
Como sempre, todos ligam pra um numero comum (uma espécie de central) e o coordenador da reunião é responsável guiar a conversa.
O que acontece normalmente é que quem não fala, deixa o microfone no "mute", mas ontem uns "alguéns" esqueceram de fazer isso. Pra piorar, um deles ficava respirando bem perto do microfone e parecia uma cópia do Darth Vader.
Segue aqui uma pequena reprodução de como foi o inicio da reunião:
Coordenador: "Ola' a todos"
Darth Vader cover: "fhhhhurrrrrrhhhhhh"
Outras pessoas: "Bom dia!"
Darth Vader cover: "fhhhhurrrrrrhhhhhh"
Darth Vader cover: "fhhhhurrrrrrhhhhhh"
Coordenador: "O objetivo da reunião de hoje é..."
Darth Vader cover: "fhhhhurrrrrrhhhhhh"
Coordenador: "...duvida?"
Darth Vader cover: "fhhhhurrrrrrhhhhhh"
Darth Vader cover: "fhhhhurrrrrrhhhhhh"
Eu: "Pode repeti..."
Darth Vader cover: "fhhhhurrrrrrhhhhhh"
Eu: "...ir que eu não estou con..."
Darth Vader cover: "fhhhhurrrrrrhhhhhh"
Eu: "...guindo ouv..."
Darth Vader cover: "fhhhhurrrrrrhhhhhh"
... e assim foi por mais uns 15 minutos. Na verdade o barulho parou pq o Darth Vader cover deve ter caído no sono (sem roncar, senão todos teriam percebido) ou simplesmente saiu pra ir no banheiro sem dizer nada.
Obviamente, a historia não para aqui. Passado algum tempo, o celular de um dos participantes (Fulano) tocou e, além da interferência do sinal do celular na linha, ele ficou falando alto e tivemos que parar a reunião, pois ninguém mais conseguia escutar nada mais além da voz do Fulano.
Depois que o Fulano desligou o celular, a reunião voltou ao seu ritmo normal, mas não por muito tempo, pois na sala de um dos participantes havia pessoas falando no fundo e outros telefones tocando.
Fora isso a reunião ia bem, até que o Darth Vader acordou (ou voltou do banheiro) e tudo recomeçou.
Na verdade so' faltou ter uma cabra berrando ao fundo, pois teve de tudo nessa reunião.
eis que a reunião acabour mais ou menos assim:
Coordenador: "Obriga..."
Darth Vader cover: "fhhhhurrrrrrhhhhhh"
Coordenador: "... a todos"
Darth Vader cover: "fhhhhurrrrrrhhhhhh"
Darth Vader cover: "fhhhhurrrrrrhhhhhh"
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segunda-feira, junho 29, 2009
Sábado a noite
Sábado eu sai com um casal de amigos e a noite foi, digamos, diferente.
Eu não me incomodei de parecer um candelabro, ja' que fiquei segurando vela a noite toda (nota mental: perguntar pra eles se a reciproca é verdadeira!), mas o "diferente" da noite foi o ambiente.
Fomos num barzinho chamado Zapata. Até ai tudo bem, apesar de que música as vezes era um pouco estranha. Bom, tocou de tudo: salsa, la bamba, Shakira (é assim q escreve?) e, para a minha surpresa, até lambada. SIM lambada!!! (chooooorando se foi quem um dia so' me fez choraaaar... - maldita musica que não sai da minha cabeça).
Entretanto o que mais chamou a atenção no tal barzinho foram as pessoas que estavam dançando. Obviamente tinha gente normal, mas algumas figurinhas se destacaram, por exemplo:
1 - uma mulher que dançava igual a uma galinha com convulsão (o pescoço ia para frente e para traz enquanto todo o corpo tremia em movimentos aleatórios);
2 - dois carinhas um tanto quanto agitados que dançavam um de frente para o outro com movimentos pouco assimétricos e fora do ritmo da música;
3 - uma mulher que achava q dançar lambada é ficar dando pulos como se os pés dela estivessem pagando fogo; e
4 - um rapaz que parecia estar possuído pelo capeta. Imagine a cena do filme "Embalos de sábado a noite" com a trilha sonora da Shakira e um um indivíduo com problemas claros de coordenação motora.
Bom... isso prova que o meu pára-raio-de-loucos continua na sua potência máxima.
Update: Estou ouvindo doses cavalares de Metallica, mas até agora a maldita lambada não saiu da minha cabeça.
Eu não me incomodei de parecer um candelabro, ja' que fiquei segurando vela a noite toda (nota mental: perguntar pra eles se a reciproca é verdadeira!), mas o "diferente" da noite foi o ambiente.
Fomos num barzinho chamado Zapata. Até ai tudo bem, apesar de que música as vezes era um pouco estranha. Bom, tocou de tudo: salsa, la bamba, Shakira (é assim q escreve?) e, para a minha surpresa, até lambada. SIM lambada!!! (chooooorando se foi quem um dia so' me fez choraaaar... - maldita musica que não sai da minha cabeça).
Entretanto o que mais chamou a atenção no tal barzinho foram as pessoas que estavam dançando. Obviamente tinha gente normal, mas algumas figurinhas se destacaram, por exemplo:
1 - uma mulher que dançava igual a uma galinha com convulsão (o pescoço ia para frente e para traz enquanto todo o corpo tremia em movimentos aleatórios);
2 - dois carinhas um tanto quanto agitados que dançavam um de frente para o outro com movimentos pouco assimétricos e fora do ritmo da música;
3 - uma mulher que achava q dançar lambada é ficar dando pulos como se os pés dela estivessem pagando fogo; e
4 - um rapaz que parecia estar possuído pelo capeta. Imagine a cena do filme "Embalos de sábado a noite" com a trilha sonora da Shakira e um um indivíduo com problemas claros de coordenação motora.
Bom... isso prova que o meu pára-raio-de-loucos continua na sua potência máxima.
Update: Estou ouvindo doses cavalares de Metallica, mas até agora a maldita lambada não saiu da minha cabeça.
sexta-feira, junho 26, 2009
Paris je t'aime

Depois de mais de um ano morando na França, finalmente visitei Paris. Aqui no sul o pessoal costuma dizer que a melhor época do ano para visitar Paris é durante o verão. Segundo eles, essa é a época que todos os parisienses estão viajando ;-)
Sem duvida alguma a cidade é bonita e charmosa e, para minha surpresa, os parisienses em geral foram educados e prestativos, mas a cidade em si me sacaneou (e isso é novidade?!).
Quarta-feira: 17/06 cheguei em na "cidade luz" e fui de um aeroporto ao outro para encontrar um casal de brasileiros (amigos meus) que estavam chegando. Apesar do tempo estar bom, esse foi um dia praticamente perdido pq teve a espera no aeroporto, o empenho pra achar a estação de trem e depois a função toda para chegar no hostel. Na pratica visitamos apenas a igreja do Sacre Coeur.
Quinta-feira o dia amanheceu nublado, então resolvemos deixar a Torre Eiffel para mais tarde. Andamos o dia todo e nos momentos em que o sol abriu ou nós estávamos perdidos ou longe da dama de ferro. Acabamos deixando a visita mais uma vez para o outro dia.
Sexta-feira amanheceu mais nublado ainda, então decidimos visitar o Museu do Louvre ja' que não poderíamos deixar de ver a Monalisa.* O detalhe é que depois que entramos no museu o sol apareceu forte e radiante no céu acima da pirâmide de vidro.
O sábado finalmente amanheceu ensolarado e partimos direto em direção à torre. Depois de uma passada rápida no museu de arquitetura (a pedido da namorada do meu amigo) entramos na fila para subir na torre e foi nessa fila começou o nosso calvário.
Como era de esperar, a fila era gigante e a cada 5 minutos eramos abordados por um vendedor oferecendo chaveiros e miniaturas da torre. No começo vc até consegue ser educado, mas depois da décima vez dizendo não, a paciência começa a se esvair.
Como de costume, o meu para-raio-de-loucos estava ligado e logo atrás havia uma família de italianos com 2 crianças. Digamos que o menino (com aproximadamente 8 anos de idade) era a personalização do capeta com o bicho-carpinteiro. O cramiuãozinho não parou um minuto, e olha que nós ficamos na fila por mais de 1 h e 30 min. Passado esse tempo, finalmente conseguimos comprar o bilhete, mas depois da compra ainda tivemos que esperar mais uns 10 minutos para ter acesso ao elevador. Um pouco antes disso o tempo nublou e faltando 3 metros para ter acesso a porta do elevador começou a chover.
Com o ingresso na mão e na porta do elevador não tinha mais como desistir: entramos e o mundo caiu em forma de chuva. Ao chegar no segundo andar, além da chuva havia o vento frio. Corremos em direção ao segundo elevador para ir ao topo da torre. Pelo menos no terceiro nível era tudo fechado (pra evitar que algum maluco se jogue la' de cima e fique famoso por 15 minutos). O problema é que com a chuva e a quase 300 metros de altura** não conseguimos ver muita coisa da cidade. Ficamos la' uns 30 minutos tentando identificar alguns pontos famosos e esperando o tempo melhorar, mas não tivemos muito sucesso.
Na descida outra espera e, se não me falha a memória, depois de uns 40 minutos (mais uma fila) estávamos outra vez na base da torre. Para a nossa surpresa, ao chegar la' embaixo a fila era praticamente inexistente (algo em torno de umas 50 pessoas) e as nuvens estavam dando passagem ao sol.
* sou bem turista
** a torre tem 324 m de altura no total.
terça-feira, junho 09, 2009
Começando o dia com o pé dir... bem, deixa pra la'
Normalmente eu saio da cama as 6:00 (da manhã, viu?!), mas hoje eu acordei atrasado e levantei as 7:35 (os motivos do meu atraso são um tanto quando sórdidos, mas isso fica pra outra hora).
Mesmo atrasado resolvi seguir a minha rotina de banho, café, escovar os dentes para, dai sim, sair. Tudo bem que eu fiz isso como um maratonista, mas fiz.
Ao sair de casa vi que havia chovido, então voltei pra pegar o guarda-chuva (seguro morreu de velho). Depois de 5 minutos caminhando, abriu o sol. Faz parte!
Enquanto eu caminhava até o ponto de ônibus eu tentava lembrar se não havia nenhuma reunião ou algo importante marcado pra hoje de manhã. Num desses devaneios da minha mente eu senti uma coisa macia e um pouco escorregadia debaixo do meu pé.
Bingo!!!
Pisei num cocozão de cachorro (no meio da calçada). Depois de espontaneamente soltar um "filha da #Xt@" resolvi atravessar a rua para limpar o pé na grama do canteiro.
Continuei andando, mas com a mente dividida entre o sujeira no meu calçado e uma possível reunião e acabei esquecendo de prestar atenção numa parada de ônibus "alternativa" (é uma linha que dificilmente eu pego por ser um pouco mais demorada), mas como eu estava atrasado e o trânsito estava meio caótico, essa linha seria uma opção interessante. Quando me dei conta o ônibus havia acabado de passar.
Resolvi ir até a parada de ônibus tradicional mas, como Murphy é meu amigo, faltando uns 100 metros para chegar la' eu vi o ônibus de saída. Eu fiz sinal pro motorista, mas ele fez uma cara de quem estava levando uma cantada gay e olhou pro outro lado. Resultado: fiquei esperando mais 25 minutos até o próximo ônibus chegar.
Obviamente a historia não poderia terminar assim. Quando o ônibus chegou, ele estava lotado e eu parecia uma sardinha la' dentro. Pra dar um "sabor especial" e fechar com chave de ouro, enfrentamos um congestionamento monstruoso e ainda havia uma tiazinha bem na minha frente que exalava uma mistura de odores de quem não tomava banho ja' fazia alguns dias e de cigarro.
que fase!
Mesmo atrasado resolvi seguir a minha rotina de banho, café, escovar os dentes para, dai sim, sair. Tudo bem que eu fiz isso como um maratonista, mas fiz.
Ao sair de casa vi que havia chovido, então voltei pra pegar o guarda-chuva (seguro morreu de velho). Depois de 5 minutos caminhando, abriu o sol. Faz parte!
Enquanto eu caminhava até o ponto de ônibus eu tentava lembrar se não havia nenhuma reunião ou algo importante marcado pra hoje de manhã. Num desses devaneios da minha mente eu senti uma coisa macia e um pouco escorregadia debaixo do meu pé.
Bingo!!!
Pisei num cocozão de cachorro (no meio da calçada). Depois de espontaneamente soltar um "filha da #Xt@" resolvi atravessar a rua para limpar o pé na grama do canteiro.
Continuei andando, mas com a mente dividida entre o sujeira no meu calçado e uma possível reunião e acabei esquecendo de prestar atenção numa parada de ônibus "alternativa" (é uma linha que dificilmente eu pego por ser um pouco mais demorada), mas como eu estava atrasado e o trânsito estava meio caótico, essa linha seria uma opção interessante. Quando me dei conta o ônibus havia acabado de passar.
Resolvi ir até a parada de ônibus tradicional mas, como Murphy é meu amigo, faltando uns 100 metros para chegar la' eu vi o ônibus de saída. Eu fiz sinal pro motorista, mas ele fez uma cara de quem estava levando uma cantada gay e olhou pro outro lado. Resultado: fiquei esperando mais 25 minutos até o próximo ônibus chegar.
Obviamente a historia não poderia terminar assim. Quando o ônibus chegou, ele estava lotado e eu parecia uma sardinha la' dentro. Pra dar um "sabor especial" e fechar com chave de ouro, enfrentamos um congestionamento monstruoso e ainda havia uma tiazinha bem na minha frente que exalava uma mistura de odores de quem não tomava banho ja' fazia alguns dias e de cigarro.
que fase!
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segunda-feira, junho 01, 2009
Um maratonista noturno (da série para-raios de loucos: ATIVAR!!)
Na quinta-feira dois amigos e eu marcamos de que na sexta iríamos num bar chamado "Le Ranch". Segundo o Fulano o local era muito legal, de frente para o mar e bem animado. Eltrano e eu dissemos: OK, vamos la'. O Fulano disse que ele tinha um aniversário para ir antes, mas que por volta das 23:00 h ele estaria livre.
Sexta-feria, 23:30 encontrei o Eltrano no caminho para a casa de uma amiga nossa. Quando entrei no carro o Eltrano ja' deu o prólogo da noite dizendo:
- Falei com o Fulano agora e ele ja' passou dos limites com o álcool. Hoje e não vai dar pra deixar ele dirigir.
Ligamos para o Fulano para avisar que havíamos chegado na frente do local do aniversário e ele foi para o "Le Ranch" no mesmo carro que nós.
O tal do "Le Ranch" é um lugar legalzinho, mas estava completamente vazio. Devia haver uns 5 casais, então entramos, olhamos e saímos. Decidimos ir até um outro barzinho chamado "L'Idem" no centro de Juan Les Pins. Dentro do carro o Fulano estava todo alvoroçado contando a mesma história repetidas vezes e falando alto (mais do que o de costume).
Estacionamos e sem mais nem menos o Fulado saiu correndo e parou no meio da rua trancando a passagem dos carros. Tiramos ele de la' a base de empurrões e entramos no L'Idem. Como um perfeito ilusionista o Fulado desaparecia do nosso lado e reaparecia com um copo de vinho de tempos em tempos. Saldo: empurrões nas pessoas ao redor, uma taça de vinho quebrada e muito, muito vinho derramado no chão.
Por volta das 2:00 am saímos do bar para ir pra casa e foi ali que as coisas mais bizarras da noite começaram a acontecer.
Na porta do estabelecimento, enquanto esperávamos (Fulano e eu) pelo Eltrano e a nossa amiga sairem, o Fulano veio com uma conversa muuuuiiito estranha e dizendo:
- Eu se que vc quer me beijar!
- O QUE??? TA' LOUCO??? VAI TOMAR NO ####!!!
Nesse momento o Eltrano e a nossa amiga sairam e ali começou o nosso calvário. Tentamos convencer o Fulano de ir pra casa no nosso carro, mas não teve jeito. Ele (literalmente) saiu correndo para procurar o carro dele.
O Eltrano e eu (dois bobos) fomos atrás, pq no estado que o Fulano estava não era nada prudente deixar ele dirigir. Ficamos revezando, um pouco o Eltrano e um pouco eu, tentando seguir o Fulano. Numa dessas disparadas o Fulano caiu, bateu a cabeça e esfolou as mãos. Felizmente não foi nada grave pq depois da queda ele levantou e saiu correndo/mancando mais uma vez.
O mais triste é que o Fulano não lembrava mais onde ele havia estacionado o carro. Andamos e corremos em circulo por uns 40 minutos e ele soltou outras pérolas do tipo:
- Eu sou o perigo aqui!
ou então
- Eu sou um guerreiro, vocês são todos fracos, vocês são perdedores
E assim foi com essas "frases de impacto" (haja saco!!) até a casa dele.
Nesse meio tempo eu ainda ouvi inúmeras vezes a menina dizendo:
- Eu estou cansadaaaaaaa
- Eu quero ir no banheirooooo
- Nós vamos ficar andando a noite todaaaa???
(e ela não estava bêbada)
Passaram mais alguns minutos e nada de encontrar o carro. Conseguimos então convencer o Fulano de voltar no nosso carro. O Eltrano voltou para buscar o carro dele e, em teoria, deveríamos ficar onde estávamos que ele viria nos pegar.
Porém, como era de se esperar, logo depois que o Eltrano saiu, o Fulano levantou e saiu correndo/mancando mais uma vez. Fomos atrás dele (a amiga e eu) até que por sorte ele entrou numa rua e bingo!! La' estava o carro dele.
Como ele havia derrubado as chaves logo na saída do L'Idem, eu estava com elas e voltei dirigindo. E' claro que a historia não acaba aqui. No caminho para casa o Fulano resolveu abrir o vidro e colocar a metade do corpo para fora (dando tapas no para-brisa). A minha reação foi segurar na calça jeans dele e diminuir a velocidade. Essa cena se repetiu mais 2 vezes até chegarmos.
Ja' no portão do condomínio onde o Fulano mora começou a terceira parte da novela. Ele saiu do carro e disse que não iria deixar eu entrar dirigindo e repetindo "eu sou capaz!! eu sou um guerreiro". Tentei argumentar com ele, mas sem sucesso. Quando o Eltrano chegou ele disse "deixa", então sai do carro e o Fulano colocou o código para abrir o portão e entrou dirigindo no estacionamento (com direito a aceleradas e freadas bruscas).
Durante esse tempo todo o Eltrano e eu ainda ouvimos coisas do tipo "Odeio quando querem mandar em mim!! Eu sou capaz!!" e assim por diante.
Moral da história: você tenta ajudar o indivíduo e ainda acaba passando por ruim e muita raiva.
Nota: Porque eu aturei tudo isso? Simplesmente pelo fato de que se o Fulano sofresse um acidente ou algo do gênero, eu iria ter um peso na consciência enorme por saber que eu poderia ter tentado evitar.
Nota 2: Fulano e Eltrano - "F" e "E" são as primeiras letras do nome dos meus dois amigos. Resolvi manter o nome deles em sigilo, se bem que o Fulano merecia ter o nome divulgado depois de tudo que ele fez.
Nota 3: Encontrei o Fulano na tarde de sábado com o olho roxo e mancando. Parecia que ele havia levado um soco no rosto, mas foi do tombo dele mesmo.
Sexta-feria, 23:30 encontrei o Eltrano no caminho para a casa de uma amiga nossa. Quando entrei no carro o Eltrano ja' deu o prólogo da noite dizendo:
- Falei com o Fulano agora e ele ja' passou dos limites com o álcool. Hoje e não vai dar pra deixar ele dirigir.
Ligamos para o Fulano para avisar que havíamos chegado na frente do local do aniversário e ele foi para o "Le Ranch" no mesmo carro que nós.
O tal do "Le Ranch" é um lugar legalzinho, mas estava completamente vazio. Devia haver uns 5 casais, então entramos, olhamos e saímos. Decidimos ir até um outro barzinho chamado "L'Idem" no centro de Juan Les Pins. Dentro do carro o Fulano estava todo alvoroçado contando a mesma história repetidas vezes e falando alto (mais do que o de costume).
Estacionamos e sem mais nem menos o Fulado saiu correndo e parou no meio da rua trancando a passagem dos carros. Tiramos ele de la' a base de empurrões e entramos no L'Idem. Como um perfeito ilusionista o Fulado desaparecia do nosso lado e reaparecia com um copo de vinho de tempos em tempos. Saldo: empurrões nas pessoas ao redor, uma taça de vinho quebrada e muito, muito vinho derramado no chão.
Por volta das 2:00 am saímos do bar para ir pra casa e foi ali que as coisas mais bizarras da noite começaram a acontecer.
Na porta do estabelecimento, enquanto esperávamos (Fulano e eu) pelo Eltrano e a nossa amiga sairem, o Fulano veio com uma conversa muuuuiiito estranha e dizendo:
- Eu se que vc quer me beijar!
- O QUE??? TA' LOUCO??? VAI TOMAR NO ####!!!
Nesse momento o Eltrano e a nossa amiga sairam e ali começou o nosso calvário. Tentamos convencer o Fulano de ir pra casa no nosso carro, mas não teve jeito. Ele (literalmente) saiu correndo para procurar o carro dele.
O Eltrano e eu (dois bobos) fomos atrás, pq no estado que o Fulano estava não era nada prudente deixar ele dirigir. Ficamos revezando, um pouco o Eltrano e um pouco eu, tentando seguir o Fulano. Numa dessas disparadas o Fulano caiu, bateu a cabeça e esfolou as mãos. Felizmente não foi nada grave pq depois da queda ele levantou e saiu correndo/mancando mais uma vez.
O mais triste é que o Fulano não lembrava mais onde ele havia estacionado o carro. Andamos e corremos em circulo por uns 40 minutos e ele soltou outras pérolas do tipo:
- Eu sou o perigo aqui!
ou então
- Eu sou um guerreiro, vocês são todos fracos, vocês são perdedores
E assim foi com essas "frases de impacto" (haja saco!!) até a casa dele.
Nesse meio tempo eu ainda ouvi inúmeras vezes a menina dizendo:
- Eu estou cansadaaaaaaa
- Eu quero ir no banheirooooo
- Nós vamos ficar andando a noite todaaaa???
(e ela não estava bêbada)
Passaram mais alguns minutos e nada de encontrar o carro. Conseguimos então convencer o Fulano de voltar no nosso carro. O Eltrano voltou para buscar o carro dele e, em teoria, deveríamos ficar onde estávamos que ele viria nos pegar.
Porém, como era de se esperar, logo depois que o Eltrano saiu, o Fulano levantou e saiu correndo/mancando mais uma vez. Fomos atrás dele (a amiga e eu) até que por sorte ele entrou numa rua e bingo!! La' estava o carro dele.
Como ele havia derrubado as chaves logo na saída do L'Idem, eu estava com elas e voltei dirigindo. E' claro que a historia não acaba aqui. No caminho para casa o Fulano resolveu abrir o vidro e colocar a metade do corpo para fora (dando tapas no para-brisa). A minha reação foi segurar na calça jeans dele e diminuir a velocidade. Essa cena se repetiu mais 2 vezes até chegarmos.
Ja' no portão do condomínio onde o Fulano mora começou a terceira parte da novela. Ele saiu do carro e disse que não iria deixar eu entrar dirigindo e repetindo "eu sou capaz!! eu sou um guerreiro". Tentei argumentar com ele, mas sem sucesso. Quando o Eltrano chegou ele disse "deixa", então sai do carro e o Fulano colocou o código para abrir o portão e entrou dirigindo no estacionamento (com direito a aceleradas e freadas bruscas).
Durante esse tempo todo o Eltrano e eu ainda ouvimos coisas do tipo "Odeio quando querem mandar em mim!! Eu sou capaz!!" e assim por diante.
Moral da história: você tenta ajudar o indivíduo e ainda acaba passando por ruim e muita raiva.
Nota: Porque eu aturei tudo isso? Simplesmente pelo fato de que se o Fulano sofresse um acidente ou algo do gênero, eu iria ter um peso na consciência enorme por saber que eu poderia ter tentado evitar.
Nota 2: Fulano e Eltrano - "F" e "E" são as primeiras letras do nome dos meus dois amigos. Resolvi manter o nome deles em sigilo, se bem que o Fulano merecia ter o nome divulgado depois de tudo que ele fez.
Nota 3: Encontrei o Fulano na tarde de sábado com o olho roxo e mancando. Parecia que ele havia levado um soco no rosto, mas foi do tombo dele mesmo.
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não obrigado,
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terça-feira, março 10, 2009
A saga de uma passagem
Quando eu comprei a minha passagem pra França eu marquei a volta ao Brasil para o dia 11/03/2009.
Então alguém pergunta: Porque essa data?
A resposta é simples: o sistema não permitia (na época da compra) marcar depois dessa data. A solução seria então remarcar a passagem. E foi assim que tudo começou...
Segunda-feira da semana passada falei com o pessoal da agência de viagens (no Brasil) que vendeu as passagens. Eu queria saber o preço e a forma de transferir a data da viagem. A resposta foi:
U$ 120.00 + a diferença de tarifa (parece que o preço do combustível para avião subiu e a passagem também)
Decidi então que seria melhor ligar diretamente na Swiss Airlines e ver isso diretamente com eles, numa dessas eu poderia negociar. Dito e feito, o preço mudou para U$ 100.00 + a diferença de tarifa. Porém eu não consegui terminar a transação pq meus créditos do celular acabaram. A ligação custava 0.25 centavos por minuto e eu fiquei quase 20 minutos aguardando o atendente "verificar o status da minha passagem". Obviamente que eu fiquei "putificado" da vida por gastar um monte e ainda terminar sem nada nas mãos (famoso barato que sai caro).
Resolvi então ir ao aeroporto (1 h de ônibus) pra fazer isso diretamente no balcão de vendas. Chegando lah eu expliquei a situação e a senhora que me atendeu disse que a passagem não era transferível, ou seja, viaja ou perde. Conversa daqui, verifica dali e finalmente ela viu que a passagem era sim transferível. Passaram alguns minutos e quase tudo pronto, menos o trecho São Paulo - Florianópolis. Segundo ela, eu deveria falar diretamente com a TAM que é empresa responsável pelo meu vôo doméstico. Custo total U$ 75.00!! (pelo menos isso).
Voltei pra casa (1 h de ônibus) e liguei pra agência de viagens, contei toda a historia e depois de uns 15 minutos pelo skype veio a bomba. "A agência da Swiss cometeu um erro, eles fizeram desaparecer o seu trecho São Paulo - Florianópolis". A única solução era voltar ao aeroporto pra verificar o que havia acontecido.
Então lah fui eu novamente (outra 1 h de ônibus), contei toda a historia para outra senhora e a resposta foi: "realmente, a minha colega cometeu um engano". Jah dah pra imaginar a minha cara na hora que ela falou isso...
Bom... tirando o estresse de quase perder o trecho São Paulo - Florianópolis, as horas no ônibus e mais de meio dia perdido pra resolver um coisa "rapidinha", no final tudo deu certo.
P.S. porque sera que 90% das vezes que eu estou no ônibus tem um abençoado que esta fedendo cigarro perto de mim? --> claro... isso soh acontece nas viagens mais longas.
P.P.S. sim, Murphy existe!
Então alguém pergunta: Porque essa data?
A resposta é simples: o sistema não permitia (na época da compra) marcar depois dessa data. A solução seria então remarcar a passagem. E foi assim que tudo começou...
Segunda-feira da semana passada falei com o pessoal da agência de viagens (no Brasil) que vendeu as passagens. Eu queria saber o preço e a forma de transferir a data da viagem. A resposta foi:
U$ 120.00 + a diferença de tarifa (parece que o preço do combustível para avião subiu e a passagem também)
Decidi então que seria melhor ligar diretamente na Swiss Airlines e ver isso diretamente com eles, numa dessas eu poderia negociar. Dito e feito, o preço mudou para U$ 100.00 + a diferença de tarifa. Porém eu não consegui terminar a transação pq meus créditos do celular acabaram. A ligação custava 0.25 centavos por minuto e eu fiquei quase 20 minutos aguardando o atendente "verificar o status da minha passagem". Obviamente que eu fiquei "putificado" da vida por gastar um monte e ainda terminar sem nada nas mãos (famoso barato que sai caro).
Resolvi então ir ao aeroporto (1 h de ônibus) pra fazer isso diretamente no balcão de vendas. Chegando lah eu expliquei a situação e a senhora que me atendeu disse que a passagem não era transferível, ou seja, viaja ou perde. Conversa daqui, verifica dali e finalmente ela viu que a passagem era sim transferível. Passaram alguns minutos e quase tudo pronto, menos o trecho São Paulo - Florianópolis. Segundo ela, eu deveria falar diretamente com a TAM que é empresa responsável pelo meu vôo doméstico. Custo total U$ 75.00!! (pelo menos isso).
Voltei pra casa (1 h de ônibus) e liguei pra agência de viagens, contei toda a historia e depois de uns 15 minutos pelo skype veio a bomba. "A agência da Swiss cometeu um erro, eles fizeram desaparecer o seu trecho São Paulo - Florianópolis". A única solução era voltar ao aeroporto pra verificar o que havia acontecido.
Então lah fui eu novamente (outra 1 h de ônibus), contei toda a historia para outra senhora e a resposta foi: "realmente, a minha colega cometeu um engano". Jah dah pra imaginar a minha cara na hora que ela falou isso...
Bom... tirando o estresse de quase perder o trecho São Paulo - Florianópolis, as horas no ônibus e mais de meio dia perdido pra resolver um coisa "rapidinha", no final tudo deu certo.
P.S. porque sera que 90% das vezes que eu estou no ônibus tem um abençoado que esta fedendo cigarro perto de mim? --> claro... isso soh acontece nas viagens mais longas.
P.P.S. sim, Murphy existe!
domingo, janeiro 25, 2009
Pé frio? não, é soh impressão sua...
1 - Sabadão amanheceu chovendo. A noitinha fui assistir um jogo de basquete da segunda divisão do campeonato francês. A partida era entre Antibes e Stade Clermontois. Obviamente eu torci para o time da casa que, por sinal, perdeu no final do jogo. Antibes 62 x 68 Stade Clermontois.
Depois do jogo, resolvi passar num pub que tem no centro da cidade, mas pra minha surpresa tinha um DJ "tocando" lah. Na hora eu até lembrei do "DJ não toca nada". Resultado: voltei pra casa.
2 - Domingo, fui até o centro mais uma vez. O objetivo era ir na Catedral de Antibes. Teve uma missa com um quarteto de vozes de musica sacra ortodoxa. Muito legal, mas eu não pude ver. Dois motivos: 1 - precisava comprar ingressos antecipadamente; 2 - os ingressos custavam 20 €.
Resolvi então ir até perto da praia. Por mais que eu tente eu ainda não consigo me acostumar de ver gente de sobretudo, calça jeans e sapato na praia. Obviamente ninguém estava na agua pq estah frio, mas esse negocio de sair todo "arrumado" pra ir pra praia ainda é um choque cultural pra mim.
Eis que o meu para-raio-de-loucos voltou a funcionar. Então lah estava eu, de longe olhando pra praia quando uma mulher se aproximou e pediu se eu tinha dois minutos pra ela. Uma breve descrição da figura: ela usava um par de tênis, meia-calça preta, um calção, algo que eu não sei o que é da cintura pra cima e uma jaqueta vermelha. Antes que eu pudesse dizer "hã??" ela começou a dizer que estava preocupada com as crianças de Antibes. Segundo ela, as crianças tem medo dela (porque serah?!?) e que elas não são felizes, depois disso ela virou e saiu andando. Dai eu fiquei pensado," o que diabos acabou de acontecer??"
3 - Aqui na França toda vez que você muda de endereço, é necessário fazer uma atualização na prefeitura de Nice (na minha carteira de identidade tem o meu endereço). Assim, a minha peregrinação começou cedo. Peguei o ônibus Antibes-Nice as 7:15. Cheguei em Nice as 8:05. Depois de uns 30 minutos caminhando, finalmente encontrei o ponto de ônibus que eu procurava (o detalhe é que esse ponto de ônibus não fica no terminal central, mas sim 3 ruas atrás do terminal). Obviamente eu pedi informação, mas a pessoa com quem eu conversei na primeira vez me mandou para a direção contraria. Passados mais 35 minutos, finalmente cheguei na prefeitura. Fila, guichê, documentos, mais 30 minutos de espera e o endereço foi atualizado. Minha carteira de identidade francesa ganhou uma etiqueta de papel com o endereço novo. Mais 35 minutos de ônibus, outros 5 de caminhada (dessa vez eu jah conhecia o caminho) e cheguei no terminal central. 15 minutos de espera e peguei outro ônibus pra ir trabalhar. Cheguei no trabalho ao meio-dia. Ahhh um detalhe que eu estava esquecendo... eu fiz tudo isso a uma temperatura de 5°C, com chuva e vento (pelo menos eu tinha um guarda-chuva).
Depois do jogo, resolvi passar num pub que tem no centro da cidade, mas pra minha surpresa tinha um DJ "tocando" lah. Na hora eu até lembrei do "DJ não toca nada". Resultado: voltei pra casa.
2 - Domingo, fui até o centro mais uma vez. O objetivo era ir na Catedral de Antibes. Teve uma missa com um quarteto de vozes de musica sacra ortodoxa. Muito legal, mas eu não pude ver. Dois motivos: 1 - precisava comprar ingressos antecipadamente; 2 - os ingressos custavam 20 €.
Resolvi então ir até perto da praia. Por mais que eu tente eu ainda não consigo me acostumar de ver gente de sobretudo, calça jeans e sapato na praia. Obviamente ninguém estava na agua pq estah frio, mas esse negocio de sair todo "arrumado" pra ir pra praia ainda é um choque cultural pra mim.
Eis que o meu para-raio-de-loucos voltou a funcionar. Então lah estava eu, de longe olhando pra praia quando uma mulher se aproximou e pediu se eu tinha dois minutos pra ela. Uma breve descrição da figura: ela usava um par de tênis, meia-calça preta, um calção, algo que eu não sei o que é da cintura pra cima e uma jaqueta vermelha. Antes que eu pudesse dizer "hã??" ela começou a dizer que estava preocupada com as crianças de Antibes. Segundo ela, as crianças tem medo dela (porque serah?!?) e que elas não são felizes, depois disso ela virou e saiu andando. Dai eu fiquei pensado," o que diabos acabou de acontecer??"
3 - Aqui na França toda vez que você muda de endereço, é necessário fazer uma atualização na prefeitura de Nice (na minha carteira de identidade tem o meu endereço). Assim, a minha peregrinação começou cedo. Peguei o ônibus Antibes-Nice as 7:15. Cheguei em Nice as 8:05. Depois de uns 30 minutos caminhando, finalmente encontrei o ponto de ônibus que eu procurava (o detalhe é que esse ponto de ônibus não fica no terminal central, mas sim 3 ruas atrás do terminal). Obviamente eu pedi informação, mas a pessoa com quem eu conversei na primeira vez me mandou para a direção contraria. Passados mais 35 minutos, finalmente cheguei na prefeitura. Fila, guichê, documentos, mais 30 minutos de espera e o endereço foi atualizado. Minha carteira de identidade francesa ganhou uma etiqueta de papel com o endereço novo. Mais 35 minutos de ônibus, outros 5 de caminhada (dessa vez eu jah conhecia o caminho) e cheguei no terminal central. 15 minutos de espera e peguei outro ônibus pra ir trabalhar. Cheguei no trabalho ao meio-dia. Ahhh um detalhe que eu estava esquecendo... eu fiz tudo isso a uma temperatura de 5°C, com chuva e vento (pelo menos eu tinha um guarda-chuva).
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terça-feira, janeiro 13, 2009
ahhhh Paris!!!
O vôo saiu hoje de Nice as 07:05, cheguei em Paris as 08:25, sai do avião, entrei no taxi, fui até o local da reunião, trabalhamos até as 13:30, almoçamos, voltamos para a reunião, pegamos o taxi para ir de volta ao aeroporto as 17:20, embarcamos de volta pra Nice as 19:00.
Torre Eifel? Champs Elysees? Arco do Triunfo? Museu do Louvre? nem de perto.
Torre Eifel? Champs Elysees? Arco do Triunfo? Museu do Louvre? nem de perto.
sexta-feira, janeiro 09, 2009
você acaba de ganhar um ABACAXI!!!!
Post complementar a série: O diario de um atropelado.
Pois bem, quem achava que a historia havia acabado se enganou.
Passada a fase das dores (maiores) agora vem os problemas financeiros. Isso mesmo. Por causa do acidente eu fiquei 12 dias de atestado médico. Até ai nada de mais. No mês de outubro (mês do acidente) meu salario foi pago normalmente, mas no mês de dezembro a empresa onde eu trabalho resolveu cobrar esses dias (através do desconto em folha de pagamento).
Na verdade quem tem obrigação de pagar esses dias parados é o governo francês. Este por sua vez, fez a sua parte. Porém, o governo francês não paga 100% do tempo parado, mas soh uma determinada porcentagem (que eu nem sei direito quanto é).
Resumo da opera, fiquei sem receber 250€ no meu salario de dezembro.
Quem deveria pagar essa diferença faltante é o plano de saúde (que eu tenho), mas como na data do acidente eu ainda estava no período de carência (6 meses), o plano de saúde não vai pagar.
Para algumas pessoas isso pode não ser muito, mas com certeza vai fazer falta no meu orçamento.
O detalhe sórdido de tudo isso, é que ontem (véspera do meu aniversario) eu recebi a confirmação que ninguém vai pagar os tais 250€ faltantes. Ótimo presente de aniversario. Se fosse pra escolher, eu preferia ter ganho um abacaxi.
Que fase!!
Pois bem, quem achava que a historia havia acabado se enganou.
Passada a fase das dores (maiores) agora vem os problemas financeiros. Isso mesmo. Por causa do acidente eu fiquei 12 dias de atestado médico. Até ai nada de mais. No mês de outubro (mês do acidente) meu salario foi pago normalmente, mas no mês de dezembro a empresa onde eu trabalho resolveu cobrar esses dias (através do desconto em folha de pagamento).
Na verdade quem tem obrigação de pagar esses dias parados é o governo francês. Este por sua vez, fez a sua parte. Porém, o governo francês não paga 100% do tempo parado, mas soh uma determinada porcentagem (que eu nem sei direito quanto é).
Resumo da opera, fiquei sem receber 250€ no meu salario de dezembro.
Quem deveria pagar essa diferença faltante é o plano de saúde (que eu tenho), mas como na data do acidente eu ainda estava no período de carência (6 meses), o plano de saúde não vai pagar.
Para algumas pessoas isso pode não ser muito, mas com certeza vai fazer falta no meu orçamento.
O detalhe sórdido de tudo isso, é que ontem (véspera do meu aniversario) eu recebi a confirmação que ninguém vai pagar os tais 250€ faltantes. Ótimo presente de aniversario. Se fosse pra escolher, eu preferia ter ganho um abacaxi.
Que fase!!
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